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sábado, 9 de julho de 2016

A QUEDA DE EDUARDO CUNHA. MENTIR É PROIBIDO

O Brasil comemorou a renúncia do Deputado Eduardo Cunha PMDB/RJ à presidência da câmara dos deputados.
A imprensa anunciava a renúncia a mais de um ano sempre com amparo na boataria e esteria das mídias sociais, e quando ela de fato ocorreu ninguém esperava, por certo os aprendizes de profeta dirão "eu sempre disse..."
Ficou demonstrado que Eduardo Cunha tinha conta no exterior, cancelou uma delas quando as investigações chegavam perto de sua pessoa, ficou comprovado os gastos astronômicos e incompatíveis de sua esposa, foi denunciado pelo Ministério Público Federal e a denúncia foi aceita por desvio de dinheiro público pelo STF, e outras coisas mais. Porém , o que provocou a queda de Cunha não foram os fatos mencionados pelo STF, pelo MPF ou pela imprensa, e sim porque ele mentiu, isso mesmo, sabe àquela mentirinha besta que todo mundo pensa que é inocente , tais como, esconder boletim, mentir o horário que chegou da balada, dizer que está em reunião para não atender uma pessoa indesejada.
Pois é, Eduardo Cunha compareceu a CPI da Petrobras espontaneamente sem ser convocado e mentiu aos seus pares ao afirmar que não tinha conta no exterior.
Politico brasileiro em regra promete, não cumpre, ou mente, inverte os fatos, diz que não sabe de nada, não cumpre os projetos que o elegeram e nada disso é causa de perda de mandato, porém , não vale mentir entre eles.
Eduardo Cunha se achava tão poderoso, que esqueceu uma regra básica que aprendemos desde criança: "não minta pro papai", e ao mentir na CPI, caiu em desgraça.


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