DE CUBA, COM CARINHO.
Após
a leitura do livro de Yona Rodrigues, é inevitável alguns comentários deste
Historiador em formação.
A
Cuba “democrática” proíbe que seus cidadãos saiam do país.
Os
EUA tentou convencer CUBA para que autorizasse a instalação de internet na
ilha, porém, os ditadores governantes proibiu.
Os
cubanos disputam os turistas que desembarcam na ilha para tentar ganhar
gorjetas em dólares, tão demonizado por Fidel.
A
maior felicidade de um cubano é quando ele devolve a carterinha do partido
comunista, pois, todo cidadão é obrigado a abraçar a causa, só que todos já
descobriram que esta causa imaginária já não existe a muito tempo, e as razões
dada pelos dissidentes é a velhice ou inventam alguma doença.
Nas
tragédias naturais localidades longínquas são esquecidas pelos políticos
cubanos.
O
medo é costumaz na ilha.
Houve
festa em Cuba quando Fidel anunciou que seria autorizado a venda de
computadores em CUBA, porém ele só esqueceu de avisar os milhares de empolgados
com a notícia, de que só alguns poucos seriam agraciados.
As
novelas da GLOBO serviram para enquadrar o comportamento da população cubana em
especial, Escrava Isaura e Vale Tudo, a segunda que mostrava uma vendedora de
sandwich na praia atingindo o sucesso financeiro.
Em
CUBA só usa internet que for estrangeiro, e a autora do livro é obrigada a se
passar por turista para conseguir publicar os seus textos em seu famoso blog
Gneration.
Quando
o muro de Berlin caiu, do lado oriental não se sabia o que era uma banana, e
esta fruta tinha em excesso em Cuba, e a autora se espantou com a notícia da
Alemanha, porém, viveu a mesma escassez de banana quando a ajuda soviética
encerrou.
No
período da gripe suína houve um alarde mundial, onde todos deveriam evitar
aglomerações, e esse período coincidiu com os festejos do aniversário da
Revolução Cubana, mesmo com os riscos o evento foi mantido, pois, para os
Ditadores era mais importante adular o Ditador do que cuidar e prevenir a saúde
da população. É importante que o alarde mundial nunca se espalhou e nada
aconteceu na ilha no que se refere a gripe suína.
O
Presidente dos Estados Unidos sinalizou para reatar as relações com Cuba, ao
invés do governo debater com a população sobre a proposta feita na reunião da
cúpula das américas, Fidel preferiu transmitir a população o discurso de 120
minutos de Daniel Ortega, e ao final dizer que a luta contra o Imperialismo
iria continuar, ou seja, o povo cubano mais uma vez terá que aguardar.
No
auge do comunismo a mesa dos cubanos era farta, e quando o regime entrou em
processo de decadência dos regimes socialistas em todo o mundo, as famílias
cubanas passaram por horríveis períodos de racionamento alimentar, onde a ração
para cada família foi reduzida, e vários produtos saíram de circulação, como:
frango, porco, picadinho e outros.
Os
atuais dirigentes políticos de CUBA não tem qualquer interesse em mudar a atual
situação da Ilha, pois, o estado em que se encontra CUBA traz um conforto a
este minoria política, que pode desfrutar da riqueza material que o país
possui, e ainda aproveitar das mordomias oficiais que o partido permite.
E
uma eventual abertura política de CUBA, traria ao povo cubano uma revolução
cultural e moral, e os atuais valores cubanos passariam a ser contestados e por
certo a mordomia oficial dos atuais dirigentes encerraria, ou ao menos
diminuiria.
Um
outro aspecto que faz com que não sejamos otimista em relação a abertura da
ilha, é que bastará pouco tempo para que a população descobrir que foram
enganados por mais de meio século, e que o temido imperialismo americano não
tem pretensão em invadir a ilha a muito tempo, e este Imperialismo é muito mais
amigo do que a Revolução quis fazer crer. Imagine a desmoralização pública
destes governantes cubanos. A farsa da causa socialista seria desmontada, e
dificilmente um cidadão cubano iria perdoar meio século de enganação cultural.
Em
CUBA veículos e eletrodomésticos sofisticados eram enviados pelo Kremilin e
distribuídos pela meritocracia cubana e ditada pelo governo e os agraciados
eram proibidos de transferir os veículo. Essa prática graciosa de exercício de
propriedade foi batizada por Fidel como “socialismo real”, ou seja, uma
propriedade frágil e facilmente confiscável.
Para
um cidadão cubano comprar qualquer carro ou um produto melhorado, o mesmo era
obrigado a passar por severo processo de investigação social a fim de que fosse
atestado a LIMPEZA IDEOLÓGICA do comprador. E neste rigoroso controle estatal,
formentou um comércio paralelo em Cuba, muito rentável e pouco fiscalizável.
O
livro traz uma interessante expressão do “fantasma cívico”, que consiste no
cidadão cubano que não possuía proteção estatal, quando o mesmo não fosse
filiado ao partido, ou se o mesmo não tivesse um registro sindical, ou não
fosse beneficiário de algum benefício oficial. Este cidadão não existia para a
burocracia estatal.
O
livro relata o fuzilamento de 3 cidadãos cubanos que tentaram chegar em Miami.
Este fato foi amplamente noticiado na imprensa internacional e fez com que um
conceituado comunista, o Saramago rompesse com Fidel. Porém, as barbaridades do
regime cubano continuaram a revelia do mundo civilizado.
Cada
família cubana só tem direito a meio quilo de frango por mês. Além da tortura alimentar
imposta pelo governo cubano, ainda havia a ameaça de tortura por parte do
Ministério da Cultura que proibia qualquer manifestação cultural que criticasse
o governo.
Em
cuba um negócio rentável era a instalação de tv a cabo clandestina, onde a
população tinha acesso aos “horrores do capitalismo”, e o governo cubano tinha
e tem o maior pavor que a população saiba o quanto é bom viver em um país com
liberdade.
As
escolas estão em péssima condições, sem carteira, e professores desqualificados,
sem copiadoras, e banheiros imprestáveis sem condições de uso, e o livro
desmonta outro mito cubano de que a educação é perfeita, e produz gênios a
rodo. Mentira!!!!!!!
Não
tem caneta em CUBA, tudo tem que ser escrito a lápis, porém, os males do
governo cubano jamais serão apagados, pois, sempre terá alguém como a Yoni e
este Historiador em formação para contar a História real.
Os
assaltos cubanos relata o livro, aumentaram no período de falta de alimentos,
principalmente nas área de ferrovias, onde camponeses famintos roubavam os
carregamentos de alimentos.
As
propagandas turísticas com muito luxo e belas mulatas, escondem a pobreza
cultural e econômica de Cuba.
Com
a queda da Urss, a Venezuela de Chaves passou a ser a principal aliada, e o
Ditador da Venezuela passa a fornecer picadinho, e a população cubana sabendo
do agrado venezuelano batizou àquela esmola de “picadinho enviado por Chaves”
Em
1961 Fidel declarou que a Revolução era para os humildes, porém, ele esqueceu
de avisar que este povo humilde seria humilhado, com muita miséria, falta de
alimentos, uma saúde precária, uma educação pífia, e se não bastasse tudo isso,
o Ditador dos “pobres” esqueceu de lembrar a população que eles não teriam
direito de contestar o regime.
O
livro conta que os cubanos que conseguiam fugir da ilha, tinham que conviver
com a ameaça que os familiares deixado para trás iriam experimentar, e essa era
a regra do governo cubano, a fim de desencorajar outras fugas do “paraíso
cubano”.
O
parlamento Cubano é uma piada pronta, onde todos reconhecem o problema, porém,
ninguém tem coragem de apontar as causas, e sugerir soluções. O temor dos
parlamentares é de sugerir alguma boa idéia, que seja interpretada como crítica
a Fidel, e tal ofensa acabe gerando uma previsível condenação a morte.
Em
uma sessão do parlamento cubano, que merece ser escrito com letras minúsculas,
Raul Castro arrotando liderança estadista sugere como solução para a crise no
abastecimento que seja reduzido os subsídios. O irmão do ditador é aplaudido de
pé pelos apedeutas de plantão, e ninguém teve coragem de dizer que tal redução
iria trazer redução no quinhão da família cubana, portanto, mais fome e miséria
aos humildes que Fidel prometeu cuidar em 1961.
O
povo cubano não comemora o natal, e o mesmo não tem qualquer motivação para
abraçar os amigos nas ruas, e esta situação de depressão cívica e religiosa foi
causada propositalmente pelo Governo Cubano que tem toda a intenção em manter a
população neste estado de submissão política e conformismo social.
Na
área de saúde, o livro relata que um Hospital falta material básico para um
tratamento, seringa , remédio, algodão inexistem. Os quartos não tem ar
condicionado, e funcionam com um ventilador, e os médicos não tem qualidade e
nem compromisso com a profissão, e tem o péssimo hábito em não dizer a real situação
do paciente, que vai morrer e não sabe do real quadro. Este tópico do livro
também desmonta o paraíso da medicina cubana, tão aplaudido pela esquerda
brasileira.
Fidel
não aceita oposição, e não aceita ser contestado, Huber Matos, que apoiou a
Revolução, ao tomar ciência dos crimes de Che e de Fidel pediu exoneração a
Fidel do cargo de Ministro, e Fidel aceitou o pedido, porém, mandou prender o
aliado, e o mesmo ficou em uma solitária por 20 anos. É assim que Fidel trata
os seus amigos, com muito ódio. E ainda tem gente que acredita na ternura deste
monstro.
A
prostituição virou meio de vida em Cuba.
A
elite intelectual mundial insiste em vender a imagem que Fidel e Che são
pessoas humanitárias e democráticas, que a sua revolução foi benéfica, e a
Ditadura foi benigna. O mundo tem que abrir os olhos para estes Canalhas
sociopatas, que pretender desconstruir sua imagem perante o mundo, porém, as
pessoas de bem não podem permitir isso.
É
inaceitável e inexplicável sob qualquer enfoque o mundo assistir de joelhos,
Raul Castro, mediando um acordo de “paz” entre as FARC e a Colombia. Como pode
permitir isso?, daqui a pouco o Fernandinho Beira Mar estará estimulando a
conciliação entre nações.. Não podemos deixar que isso ocorra.
E se você é da
esquerda caviar, e não goste do livro, por favor, se mude para CUBA, e vá
desfrutar dos benefícios daquele regime sanguinário
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