I-LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
O Livro Negro do Comunismo traz a público o saldo
estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas:
massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem
a mínima condição de sobrevivência, expurgos assassinos liquidando o menor
esboço de oposição, fome e miséria provocadas que dizimaram indistintamente
milhões de pessoas, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças,
soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas
mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que,
paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança (prefácio da
Amazon)
Após
a leitura deste livro se algum esquerdista ainda quiser acreditar no “bem” que
o comunismo fez ao mundo em especial a população russa, fique a vontade, mais
ao defender esta ideologia assassina, não esqueça os 20 milhões de russos
mortos por ousarem discordar deste regime totalitário.
Os
Judeus foram massacrados por Hiltler, mais temos que colocar na conta do
comunismo soviético o plano inicial deste extermínio, pois, foi na Rússia que
surgiu a teoria diabólica de que os Judeus teriam um plano de governo mundial e
por isso deveriam ser exterminados.
Os
crimes de massa contra a humanidade era pauta do governo bolchevista, Stalin
não gostava de Judeu nem de pobre e no seu plano de poder fez acordo com Hitler
e até dividiu a Polônia, e após a segunda guerra a Rùssia apareceu ao mundo com
salvadora do planeta, e os seus crimes acabaram sendo escondidos, contudo, este
Livro e todo Historiador que tenha amor a verdade e nojo ao desconstrucionismo
terão a responsabilidade de sempre lembrar ao mundo de que o regime comunista
jamais poderá ser respeitado em qualquer Comunidade Internacional que tenha o
mínimo de respeito aos Direitos Humanos.
O
livro revela como Stalin e Lenin adotaram como prática comum e natural o
extermínio de seus irmãos de pátria, tudo em nome deu uma causa que só atendia
as necessidades demoníacas e psicopatas de tiranos que só visavam o poder, e
mantê-lo a todo custo, e exterminar qualquer oposição contra a Revolução
“popular”.
O
livro mostra como o comunista odeia os pobres e a classe trabalhadora, e
qualquer protesto por melhores salários, Lenin mandava a sua polícia Thceca a
prender, torturar e matar.
E
se a população reclamasse que estava com fome, por Decreto Lenin ordenava que
fossem presos as pessoas que estivessem em qualquer protesto, e se possível os
famintos deveriam ser executados em Praça Pública a fim de inibir futuros
protestos.
Os
KUKAKS era o grupo de oposição a Lenin, que ordenou executar todos os seus
integrantes, e quando os mesmos foram presos a ordem foi cumprida, o que não se
sabia é que os KUKAKS tinha em sua grande maioria idosos e crianças, e mesmo
diante desta desproporcional relação a covardia era cumprida integralmente, e
todos eram exterminados.
Na
UCRÂNIA haviam muitos grupos rebeldes, e como a Polícia Vermelha não poderia
estar presente para repelir os movimentos rebeldes, Lenin inaugurou uma nova
tática política para repelir qualquer movimento opositor, e determinou a
suspensão de alimentos para àquele país, e o resultado foi a morte de 6 milhões
de cidadãos inocentes.
Os
crimes comunistas foram também criminosamente escondidos de qualquer debate
público, e poucos autores escreveram sobre o assunto, e estes poucos guerreiros
não conseguiram espaço na literatura universal, e com isso, vários partidos
surgiram no mundo e no Brasil tendo como bandeira a política adotada por Stalin
e Lenin, e talvez querendo que os crimes desta ideologia sejam jogados para o
esquecimento. Porém, para o azar destes adoradores de Stalin, os Historiadores
comprometidos com a verdade sempre lembrarão a sociedade dos 100 milhões de
vítimas dos regimes comunistas.
Não
foi Hitler que inaugurou a prática de campos de concentração e ele copiou a
idéia de se seu amigo Stalin, que já utilizava os campos de concentração para
colocar os camponeses, Ciganos , Padres que por ventura contestassem o regime
comunista. Na aritmética do terror o comunismo está muito longe dos
assassinatos praticados pelo nazismo.
A
Tcheka futura KGB ao exterminar os inimigos do governo utilizava vários métodos
como você verá no livro, um deles era o denominado “QUOTAS”, onde a polícia
prendia um monte de gente, e dentro da prisão eram separadas por posição
social, e eram executados em grupo. E Stalin tinha orgasmos múltiplos a cada
execução, chegou a gritar em praça pública que os Judeus e os Kulkaks não eram
humanos.
A
mentira se apóia em elementos verdadeiros e a imprensa mundial sempre deu apoio
a Rússia, e qualquer exilado soviético
que denunciasse os horrores do regime comunista, e seus campos de concentração
era logo destruído pela imprensa mundial, inibindo qualquer insistência, até
por medo de morrer, já que a KGB estava presente em todos os lugares.
A
cegueira universal aos extermínios ocorridos na Rússia era uma regra no globo,
e a política econômica de Lenin e Stalin eram um fracasso, porém, a propaganda
do governo soviético era muito eficiente em divulgar o “paraíso comunista”. E
esta mesma enganosa propaganda repassou ao mundo que os Russos acabaram com o
Facismo e o Nazismo. E a cegueira universal foi tamanha que qualquer opinião
contrária a esta fantasia vermelha, logo veria o rótulo de que você seria um
defensor do Facismo.
Os
Estados Unidos pecaram por omissão, pois, após a segunda guerra mundial,
Roosevelt deixou Stalin livre para decidir a nova Geografia política da Europa,
e quando os americanos tentaram reparar sua danosa omissão, não houve mais
tempo, e serviu para que a matança vermelha continuasse, sem qualquer oposição
da mídia mundial, que preferia aplaudir os “sucessos” do regime comunista.
Transcrevo
por absoluta pertinência um trecho de uma fala de Todorov, sobre esta suposta
omissão da mídia mundial sobre os crimes comunistas: “A memória de nossos lutos
nos impede que percebamos o sofrimento dos outros, e isto causou a cegueira da
direita”.
O
que facilitou o trabalho da propaganda soviética de que o seu país era um
pedaço do paraíso, foi a de que a população mundial só tomou conhecimento dos
crimes de Hitler e Mussolini, e jamais procurou saber os crimes de Stalin.
Portanto, a população de outros países só tiveram acesso a primeira violação
grave de direitos humanos em escala mundial a partir dos crimes de Hitler.
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