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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

LIVRO NEGRO DO COMUNISMO

I-LIVRO NEGRO DO COMUNISMO

                                                O Livro Negro do Comunismo traz a público o saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, expurgos assassinos liquidando o menor esboço de oposição, fome e miséria provocadas que dizimaram indistintamente milhões de pessoas, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança (prefácio da Amazon)

                                                Após a leitura deste livro se algum esquerdista ainda quiser acreditar no “bem” que o comunismo fez ao mundo em especial a população russa, fique a vontade, mais ao defender esta ideologia assassina, não esqueça os 20 milhões de russos mortos por ousarem discordar deste regime totalitário.
                                               
                                                Os Judeus foram massacrados por Hiltler, mais temos que colocar na conta do comunismo soviético o plano inicial deste extermínio, pois, foi na Rússia que surgiu a teoria diabólica de que os Judeus teriam um plano de governo mundial e por isso deveriam ser exterminados.

                                                Os crimes de massa contra a humanidade era pauta do governo bolchevista, Stalin não gostava de Judeu nem de pobre e no seu plano de poder fez acordo com Hitler e até dividiu a Polônia, e após a segunda guerra a Rùssia apareceu ao mundo com salvadora do planeta, e os seus crimes acabaram sendo escondidos, contudo, este Livro e todo Historiador que tenha amor a verdade e nojo ao desconstrucionismo terão a responsabilidade de sempre lembrar ao mundo de que o regime comunista jamais poderá ser respeitado em qualquer Comunidade Internacional que tenha o mínimo de respeito aos Direitos Humanos.

                                                O livro revela como Stalin e Lenin adotaram como prática comum e natural o extermínio de seus irmãos de pátria, tudo em nome deu uma causa que só atendia as necessidades demoníacas e psicopatas de tiranos que só visavam o poder, e mantê-lo a todo custo, e exterminar qualquer oposição contra a Revolução “popular”.

                                                O livro mostra como o comunista odeia os pobres e a classe trabalhadora, e qualquer protesto por melhores salários, Lenin mandava a sua polícia Thceca a prender, torturar e matar.

                                                E se a população reclamasse que estava com fome, por Decreto Lenin ordenava que fossem presos as pessoas que estivessem em qualquer protesto, e se possível os famintos deveriam ser executados em Praça Pública a fim de inibir futuros protestos.

                                                Os KUKAKS era o grupo de oposição a Lenin, que ordenou executar todos os seus integrantes, e quando os mesmos foram presos a ordem foi cumprida, o que não se sabia é que os KUKAKS tinha em sua grande maioria idosos e crianças, e mesmo diante desta desproporcional relação a covardia era cumprida integralmente, e todos eram exterminados.

                                                Na UCRÂNIA haviam muitos grupos rebeldes, e como a Polícia Vermelha não poderia estar presente para repelir os movimentos rebeldes, Lenin inaugurou uma nova tática política para repelir qualquer movimento opositor, e determinou a suspensão de alimentos para àquele país, e o resultado foi a morte de 6 milhões de cidadãos inocentes.

                                                Os crimes comunistas foram também criminosamente escondidos de qualquer debate público, e poucos autores escreveram sobre o assunto, e estes poucos guerreiros não conseguiram espaço na literatura universal, e com isso, vários partidos surgiram no mundo e no Brasil tendo como bandeira a política adotada por Stalin e Lenin, e talvez querendo que os crimes desta ideologia sejam jogados para o esquecimento. Porém, para o azar destes adoradores de Stalin, os Historiadores comprometidos com a verdade sempre lembrarão a sociedade dos 100 milhões de vítimas dos regimes comunistas.

                                                Não foi Hitler que inaugurou a prática de campos de concentração e ele copiou a idéia de se seu amigo Stalin, que já utilizava os campos de concentração para colocar os camponeses, Ciganos , Padres que por ventura contestassem o regime comunista. Na aritmética do terror o comunismo está muito longe dos assassinatos praticados pelo nazismo.

                                                A Tcheka futura KGB ao exterminar os inimigos do governo utilizava vários métodos como você verá no livro, um deles era o denominado “QUOTAS”, onde a polícia prendia um monte de gente, e dentro da prisão eram separadas por posição social, e eram executados em grupo. E Stalin tinha orgasmos múltiplos a cada execução, chegou a gritar em praça pública que os Judeus e os Kulkaks não eram humanos.

                                                A mentira se apóia em elementos verdadeiros e a imprensa mundial sempre deu apoio a Rússia,  e qualquer exilado soviético que denunciasse os horrores do regime comunista, e seus campos de concentração era logo destruído pela imprensa mundial, inibindo qualquer insistência, até por medo de morrer, já que a KGB estava presente em todos os lugares.

                                                A cegueira universal aos extermínios ocorridos na Rússia era uma regra no globo, e a política econômica de Lenin e Stalin eram um fracasso, porém, a propaganda do governo soviético era muito eficiente em divulgar o “paraíso comunista”. E esta mesma enganosa propaganda repassou ao mundo que os Russos acabaram com o Facismo e o Nazismo. E a cegueira universal foi tamanha que qualquer opinião contrária a esta fantasia vermelha, logo veria o rótulo de que você seria um defensor do Facismo.

                                                Os Estados Unidos pecaram por omissão, pois, após a segunda guerra mundial, Roosevelt deixou Stalin livre para decidir a nova Geografia política da Europa, e quando os americanos tentaram reparar sua danosa omissão, não houve mais tempo, e serviu para que a matança vermelha continuasse, sem qualquer oposição da mídia mundial, que preferia aplaudir os “sucessos” do regime comunista.

                                                Transcrevo por absoluta pertinência um trecho de uma fala de Todorov, sobre esta suposta omissão da mídia mundial sobre os crimes comunistas: “A memória de nossos lutos nos impede que percebamos o sofrimento dos outros, e isto causou a cegueira da direita”.

                                                O que facilitou o trabalho da propaganda soviética de que o seu país era um pedaço do paraíso, foi a de que a população mundial só tomou conhecimento dos crimes de Hitler e Mussolini, e jamais procurou saber os crimes de Stalin. Portanto, a população de outros países só tiveram acesso a primeira violação grave de direitos humanos em escala mundial a partir dos crimes de Hitler.

            O fim da segunda guerra mundial gerou festa em todo o planeta, menos na Polônia, que depois de sofrer com o Genocida Hitler, teria que agora ser governada pelo Sociopara Stalin. Nikita Kruschev, em 24.02.2956 foi a primeira Russa do alto escalão a denunciar Stalin. A mesma foi presa, torturada, e expulsa do país, e morreu sozinha no exílio em 1971, e ninguém da imprensa mundial se preocupou em ouvir a História desta corajosa mulher

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